Neuromodulação

Neuromodulação ou Neuroestimulação

Neuromodulação

A neuromodulação se utiliza de estímulos elétricos, magnéticos ou químicos para alterar, regular ou reconfigurar a atividade de áreas específicas do sistema nervoso. Ela visa tratar disfunções neurológicas e psiquiátricas, além de controlar dores crônicas, agindo como um "ajuste" no funcionamento dos neurônios.

Tipos:

  • - Não Invasiva (não penetra o corpo do paciente): Técnicas externas, como a Estimulação Magnética Transcraniana (EMT) ou estimulação por corrente contínua (tDCS), que agem no cérebro através do crânio, sem cirurgia.
  • - Invasiva (com procedimento cirúrgico): Implante de eletrodos (neuroestimuladores) para aplicar correntes elétricas diretas no cérebro, medula ou nervos periféricos.

Efeitos:

Os estímulos ajustam o funcionamento de áreas específicas do sistema nervoso, melhorando o tráfego nas vias neuronais. Assim, o paciente percebe a melhora parcial ou total dos sintomas, ou seja, sente um significativo alívio ou se livra completamente da dor, tem sua autonomia em parte ou totalmente recuperada e, por conseguinte, sua qualidade de vida devolvida.

Principais indicações:

No tratamento de diversas condições, incluindo as doenças neurológicas, como Parkinson, epilepsia, distonia, AVC, tremores; as dores crônicas, como a dor neuropática, a lombalgia e a enxaqueca; zumbido; incontinência ou retenção urinária e fecal; e até transtornos psiquiátricos, como a depressão (especialmente se resistente a medicamentos) e a ansiedade, além de alguns casos de dependência química e Alzheimer - estes últimos, aliás, vêm sendo bastante pesquisados.

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